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17 de dezembro de 2014 | 14h 57
Conheça a sagrada e profana Tailândia
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PUBLICADO POR
Isabel Minaré
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Publicado por: Isabel Minaré

“Inspiradora”. É assim que a uberabense Débora Ribeiro Campos, de 24 anos, define sua viagem para a Tailândia. Débora conta como foi a experiência de ter conhecido a capital Bankok e outras cidades do país. A jovem, que é formada em fisioterapia pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e hoje atua no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, se encantou pela famosa massagem tailandesa. Entre andar de elefante e comer escorpião, ela relata como foi ser turista na Ásia. Acompanhe a entrevista:

Fotos: arquivo pessoal

Por que decidiu viajar para a Tailândia? 
Sempre foi um sonho viajar pelo mundo. Minha amiga se mudou para a Tailândia e não quis perder a oportunidade de conhecer esse lugar maravilhoso.
 
Como organizou a viagem? 
Primeiramente, procurei uma passagem aérea com bom preço para a capital do país. Em seguida, fiz a reserva no hostel (albergue) em Bangkok.  Com a hospedagem garantida, comecei a pesquisar quais outras cidades seriam interessantes para visitar.
 
Qual foi a rota de viagem? Por quais países passou antes de chegar à Tailândia? 
Meu voo fez escala em Istambul (Turquia), que durou apenas quatro horas. Depois fui direto para Bangkok.
 
Você viajou sozinha? 
Sim, mas minha amiga já estava em Bangkok.
 
Por quanto tempo esteve no país? 
Fiquei lá por 11 dias.
 
Visitou quais cidades? 
Fiquei três dias em Bangkok. Posteriormente, fui para Kho Phi Phi, uma ilha maravilhosa, em que permaneci por quatro dias. Retornei para Bangkok. Depois, fiquei durante uma manhã em Ayutthaya, que a é antiga capital da Tailândia. Voltei novamente para Bangkok à noite.  
 
Quais foram os passeios feitos? De qual mais gostou? 
Há uma grande variedade de passeios em Bangkok. O hostel em que fiquei hospedada não era localizado em uma região de turistas. Isso foi excelente para que eu conseguisse realmente conhecer os costumes do povo tailandês.  
Durante o dia, eu visitava templos maravilhosos. Durante a noite, eu conhecia alguns bares tipicamente tailandeses. Neles, pude provar o rum e o whisky produzidos artesanalmente. No primeiro dia, fui parar em um estúdio de música com os amigos que fiz no hostel. A Tailândia toda é marcada pela sua comida. A comida de rua é bem comum e você consegue almoçar e jantar bem com apenas R$4,00.
A praia em Kho Phi Phi é tranquila e maravilhosa durante o dia. Fiz um passeio de barco em que pude conhecer as ilhas mais próximas e fazer snorkeling (mergulho em águas rasas com nadadeiras, máscara e tubo de mergulho). E de noite há uma grande variedade de festas na praia, com shows de pirotecnia e muitos turistas. Conheci pessoas de todas as partes do mundo e também muitos brasileiros que faziam intercâmbio na Austrália.
O passeio em Ayutthaya foi o meu preferido. Tive a oportunidade de ver as ruínas de milhares de anos atrás, andar de elefante e vivenciar paisagens maravilhosas. 
 
Quais foram seus meios de locomoção? 
Em Bangkok, os táxis são muito baratos, mas também existem trem e metrô. Para ir para Kho Phi Phi, eu peguei um avião e depois um ferryboat (barca). A ilha é muito pequena, por isso andávamos apenas a pé. Em Ayutthaya, eu utilizei o Tuk Tuk, que é um carrinho que parece de brinquedo, muito comum nessa região da Ásia.
 
Você experimentou as comidas típicas? Se sim, o que achou delas? 
Sim! E confesso que adorei. Eles comem muito macarrão, arroz, frango, porco e frutos do mar. Carne de vaca não é muito comum. Também provei escorpião e, apesar de ser exótico, achei muito gostoso. Mas os tailandeses não têm o costume de comer esse tipo de animal. Na verdade, foi até difícil de achá-lo.
 
Qual é o melhor da Tailândia? E o pior?
O melhor é comida e o pior é a sujeira em algumas regiões.
 
Como descreveria os tailandeses? 
São pessoas discretas e gentis.
 
O que aprendeu no país? 
Respeitar as culturas diferentes.
 
No que errou e no que acertou? 
Acertei em ter ido para Bangkok, mas deveria ter aproveitado e viajado pelos países próximos como Vietnã e Camboja, pois é muito barato transitar de um local para o outro. Depois de ter conversado com várias pessoas, percebi que realmente vale a pena fazer um tour por essa parte da Ásia.
 
O que só a Tailândia tem? 
Ah, com certeza é a massagem tailandesa.  Entretanto, algumas pessoas têm um olhar preconceituoso para com ela. Elas acreditam que a terapia tem relação com o turismo sexual. Não visualizei nada disso em nenhum lugar que visitei. Infelizmente, fiz massagem somente no último dia. É muito comum a prática em todas as ruas de todas as cidades, não somente para turistas, mas também para os cidadãos locais. É uma massagem mais agressiva, em que há um relaxamento muscular intenso, com alongamentos e manobras que estralam as articulações.
 
Teve contato com elefantes? 
Andei de elefante em Ayutthaya.
 
 
O budismo é apaixonante? 
Já simpatizava com alguns conceitos. Além disso, foi uma das razões do meu interesse pelo país.
 
Viajar foi caro? 
Não considero uma viagem cara, pois no total eu gastei cerca de R$4,5 mil, incluindo a passagem. Sei que algumas pessoas vão para o nordeste do Brasil e gastam bem mais que isso. O valor de R$1,00 equivale a aproximadamente 13 Baht (moeda tailandesa). Por conta disso, a viagem tem um custo baixo.
 
Resuma sua viagem em uma palavra. 
Inspiradora.
 
Tem algumas dicas para turistas brasileiros? 
O turismo está crescendo nessa região da Ásia. Ninguém deve perder a oportunidade de visitar esses países tão diferentes e maravilhosos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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