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18 de abril de 2018 | 11h 02
SMS inova na campanha de Vacinação contra Influenza com atendimento ampliado em locais estratégicos
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Redação JC
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Publicado por: Redação JC

Começa na próxima segunda-feira, dia 23 de abril, a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. Neste ano em Uberaba a Secretaria Municipal de Saúde inova e oferecerá ao público horários diferenciados para vacinação em três unidades de Saúde da cidade. Os locais foram definidos estrategicamente por suas localizações, e o horário estendido de atendimento nas salas de vacinação, já começa na segunda-feira. Nas outras unidades, as salas de vacinação terão horário normal, das 8h às 16h. A Campanha Nacional vai até o dia 1º de junho.

As unidades definidas para o horário especial são o Centro de Saúde Eurico Vilela, da rua 13 de Maio (ao lado do Corpo de Bombeiros), a Unidade Básica de Saúde Dr. Roberto Árabe Abdanur, que fica no Bairro Mercês, e a Unidade de Saúde do bairro Abadia, na avenida Orlando Rodrigues da Cunha. Estes locais terão atendimento com horário estendido até 21h, de segunda a sexta-feira, e neste período extra o atendimento será exclusivamente para vacinação contra a Influenza. Os outros serviços, inclusive atualização do cartão de vacina, continuam disponíveis apenas no horário normal de atendimento de cada unidade.

O secretário de Saúde, Iraci Neto, explica que o horário estendido nas unidades escolhidas é uma estratégia inovadora que visa, principalmente, oferecer ao público que trabalha um horário diferenciado e acessível. “Nosso objetivo é ampliar o acesso da população por meio de um horário alternativo, que dê para as pessoas serem atendidas fora do horário de trabalho, sem tumulto e sem gerar nenhum tipo de desconforto. Estamos, portanto, optando por estender o horário dessas unidades em pontos estratégicos até às 21h, por tempo ainda indeterminado dentro do período da campanha. Ao longo dos dias vamos avaliar o atendimento, o volume e o impacto desta extensão de horário, e atendendo às expectativas a estratégia deve ser mantida”.

De acordo com o diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica, Robert Boaventura, a campanha mantém o foco em vacinar grupos prioritários da população, conforme a orientação preconizada pelo Ministério da Saúde. “Além das pessoas com 60 anos ou mais, serão vacinadas as crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade, as gestantes, as puérperas com até 45 dias após o parto, os trabalhadores da saúde, os professores das escolas públicas e privadas e os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais. A meta é vacinar pelo menos 90% dos grupos elegíveis para a vacinação”, destaca o diretor.

A diretora de Atenção à Saúde, Elaine Teles, e o chefe do Departamento de Atenção Básica, Rogério Balduíno, reforçam que tanto para os trabalhadores da saúde quanto para os professores é preciso apresentar documento profissional comprobatório, e no caso dos portadores de doença crônica também é necessário comprovar a necessidade.

“Para os profissionais da saúde, a vacinação é feita somente com a apresentação da carteira de registro profissional do Conselho da categoria, e no caso dos professores, eles podem apresentar o holerite ou um documento que seja comprovante. Já para os portadores de doenças crônicas, é preciso ter em mãos um laudo médico que comprove a necessidade da imunização”, pontua Elaine.

Em relação a outros grupos da população, fora dos grupos prioritários, a SMS esclarece que somente caso as metas sejam atingidas e ainda haja vacina disponível, a campanha pode ser aberta a toda a população em um segundo momento. “É preciso esclarecer que o município não compra vacina, ele recebe do Estado que é responsável por fazer a gestão e o repasse de abastecimento das doses em cada local. Devemos atingir a meta. Se atingirmos e ainda sobrar vacina, aí elas podem ser disponibilizadas em uma outra ação”, explica o secretário Iraci Neto.

Saiba mais - A influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. É de elevada transmissibilidade e distribuição global, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais e também podendo causar pandemias. A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém‐contaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto a boca, olhos e nariz.

Em 2018 a meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um dos grupos prioritários. A estimativa total é que serão vacinadas mais de 54,4 milhões de pessoas no Brasil. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se a ocorrência de casos da influenza pode variar de leve a grave e até a morte. A hospitalização e a morte ocorrem principalmente entre os grupos de alto risco. Em todo o mundo, estima-se que epidemias anuais resultem em cerca de 3 a 5 milhões de casos de doença grave e cerca de 290.000 a 650.000 mortes.

A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores, bem como a qualquer componente da vacina ou alergia comprovada grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.

Informações por: Luiza Carvalho – Jornalista Secom/PMU

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