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Uberaba

27 de março de 2018 | 22h 50
Projeto Circolando apresenta espetáculo nesta terça com apoio do Fundo Municipal de Cultura
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Redação JC
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Publicado por: Redação JC

O Projeto Circolando - Cia Uno, com apoio da Fundação Cultural por meio do Fundo Municipal de Cultura - FMC, apresenta nesta terça-feira (27) a primeira agenda do espetáculo solo de palhaço "Me deixe ir, preciso andar". A apresentação será às 13h30 na praça da Escola Estadual Gabriel Toti - Av. Tutunas, 901, e o acesso é gratuito.

O espetáculo conta sobre encontros, desencontros e despedidas, fato cotidiano de todos nós. O universo do circo é o picadeiro dos sentimentos que o Palhaço brinca e sonha, equilibrando sorrisos e jogando malabares com a tristeza. Constitui-se no Solo de Palhaço desenvolvido pelo artista Mayron Engel, e utiliza-se sua bagagem artística de anos de trabalhos em grupos teatrais, somada a sua experiência como professor de circo (Circo doPovo) e teatro (Colégio Marista Diocesano).

O trabalho, segundo o artista, flerta com a experiência que o ele obteve com a Cia. Finzi Pasca, onde houve a oportunidade de conhecer o trabalho e o processo criativo na busca do “ator de circo” em uma oficina de duas semanas em Belo Horizonte no Mundial de Circo. Faz, também, uso dos preceitos do método Teatro da Caricia de Daniele Finzi Pasca (Diretor da Cia. Finzi Pasca, diretor do espetáculo Corteo do Cirque du Soleil). “O espetáculo busca o singelo que existe em todos nós para desabrochar no risível do cotidiano invisível”, destaca Mayron.

A busca existencial de todos nós sobre “aonde devemos ir? Este é o meu lugar?”, é a condução para o palhaço que busca o seu lugar no mundo. Utilizando técnicas circenses como malabares, equilíbrio, ilusionismo e comicidade, o palhaço leva o público a se perguntar sobre os encontros e desencontros da vida. Tanto que, a frase célebre de William Shakespeare, “Ser ou não ser, eis a questão”, constrói uma das cenas do espetáculo, brincando com o ego do artista em representar Shakespeare e jogando com a plateia no ato de se expor e interpretar a frase clássica. Em vista disso, ocorre ali a vivência conjunta das alegrias e tristezas das chegadas e partidas, amenizadas, enfim, pela lembrança fotográfica tirada com uma polaroid, materializando o momento.

Informações por Luiza Carvalho – Jornalista Comunicação PMU/FCU 

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