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23 de novembro de 2018 | 01h 08
Prefeitura ouve moradores de Santa Fé sobre melhorias para a comunidade rural
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Redação JC
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Publicado por: Redação JC

Representantes da comunidade rural de Santa Fé, em Uberaba, apresentaram reivindicações para o vice-prefeito João Gilberto Ripposati, nesta quarta-feira (22), com relação às ruas e estradas próximas à comunidade, e sobre o Cemei Professora Zita Terezinha Capuço, que atende aproximadamente 50 crianças. Participaram da reunião os secretários de Desenvolvimento do Agronegócio, Luiz Carlos Saad, de Educação Silvana Elia, bem como os adjuntos da Educação, Mônica Rodrigues, e de Serviços Urbanos, Carlos Dalberto de Oliveira.

Como a previsão é de que até dezembro haverá muita chuva na região, o compromisso da Prefeitura quanto à situação das vias é de visita in loco , para avaliar os trechos mais problemáticos a fim de levantar as condições de minimizar os problemas, haja vista o período chuvoso. O presidente da Associação de Moradores de Santa Fé, Gilson Batista Nepomuceno Pontes reiterou o pedido de revisão do trajeto do ônibus coletivo.

O vice-prefeito recebeu as propostas dos moradores em relação ao Cemei para 2019, como reforma ou construção específica para atender às crianças. A grande preocupação, no momento, é com a incidência de animais peçonhentos. A secretária de Educação, Silvana Elias confirmou projeto para área da Prefeitura de 12 mil metros quadrados, dentro da comunidade, mas informando a inexistência de verba do governo federal para a construção.

Ripposati enumerou diversas possibilidades para o atendimento aos alunos na comunidade, entre elas a sugestão de Silvana sobre o transporte das crianças para escolas municipais às comunidades da Serrinha e Santa Rosa. Além disso, ele e os secretários se dispuseram a conversar com os moradores,  produtores rurais da região e até empresas, como as usinas, para viabilizar novas propostas e iniciativas. O vice-prefeito vai acionar também a Secretaria de Meio Ambiente e Zoonoses para fazer um diagnóstico possível de ser aplicado.

Silvana pontuou a necessidade de auxílio da comunidade como, por exemplo, um mutirão para limpeza do entorno da escola, bem como outros serviços que beneficiarão as famílias e que podem ser negociados com a direção da escola. “Precisamos unir forças nesse momento de crise financeira, principalmente, para conseguirmos chegar a uma solução que atenda bem aos dois lados”, diz.

Ripposati vai mediar e acompanhar as decisões. “Teremos dois meses para tomar providências até o início das aulas em fevereiro e contamos com o apoio de vocês para a mobilização na comunidade, por meio do fortalecimento da associação. Vamos avaliar as propostas, fazer o planejamento para a execução do que for viável”, finaliza.

Informações enviadas por Jornalista Monica Cussi - Comunicação Sec. Mun. Educação PMU

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