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11 de junho de 2018 | 18h 44
Toyota apresenta o tão esperado Yaris
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Daniel Jacques - Autos Giros
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Publicado por: Daniel Jacques - Autos Giros

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Daniel Jacques 

SIM, Yaris!

E a Toyota finalmente lançou o tão falado Yaris. As opiniões neste primeiro momento são um pouco divididas, mas dá pra dizer que a maioria gostou do que viu. Conforme anunciado há pouco tempo, a marca japonesa optou por lançar, juntas, as versões sedã e hatch (ou “hatchback”) do novo modelo. E como eu falei na coluna passada, ele vem preencher o espaço entre o compacto Etios e o sedã médio Corolla.

A linha de estreia do modelo conta com dez versões, sendo cinco com carroceria hatch e cinco sedã. Na hatch, há configurações com motor 1.3 (101 cv e 12,9 kgfm de torque) ou 1.5 (110 cv e 14,9 kgfm de torque), enquanto na sedã, apenas 1.5. Além disso, há opções com câmbio manual nas duas carrocerias.

O design me agradou bastante. Ao mesmo tempo em que é simples, com linhas suaves (principalmente no sedã) ele traz a esportividade e a sofisticação que se espera de um modelo Toyota. O pacote de equipamentos é bastante amplo, e o custo-benefício é competitivo.

Eu acredito que este é um carro que deve largar bem no mercado e se consolidar mais facilmente que o próprio Etios. Principalmente porque, enquanto o Etios era um “compacto com a mecânica Toyota”, o Yaris já está em um segmento onde a marca, digamos, parece andar mais segura, ainda que até então não tivéssemos demonstração disto por aqui.

Em breve pretendo voltar a falar dele, acrescentando a experiência ao volante, é claro. De pronto posso dizer que, pelo que vi, espero um carro muito prazeroso de dirigir e, principalmente nas versões 1.5, com uma ótima resposta do motor.

Vale destacar que o Toyota Yaris entrou em pré-venda na última quinta-feira (7), logo após o lançamento. Segundo a montadora, a produção iniciará em 15 de junho para a versão hatch e 02 de julho para a sedã.

E o título da coluna, tradução do slogan global do novo carro, pode ser a resposta para quem não entendeu o seu nome:

“Como é o mesmo o nome do novo Toyota? Yaris?”

Todas as informações com preços, versões e mais fotos, na matéria completa do Autos Giros.
http://autosgiros.com.br/2018/06/07/toyota-yaris/

 

Daqui ao Japão

O Nissan Kicks está comemorando um ano de produção nacional no Complexo Industrial de Resende (RJ). Lançado às vésperas dos Jogos Olímpicos de 2016, no seu primeiro ano o modelo foi importado do México.

Trata-se de um dos melhores SUVs do mercado brasileiro,  que manteve seu alto nível de conforto e sofisticação depois de “nacionalizado”. Em destaque, além do visual e das várias opções 2-Tones, a exclusiva câmera 360º é o que sempre chama mais a atenção. Eleito pelo site Autos Giros como o carro do ano 2016, na linha 2018 – que tem preços a partir de R$ 71 mil reais – ele traz quatro versões, todas equipadas com motor 1.6 (S manual e CVT, SV CVT e SL CVT).

Segundo a Nissan, em um ano foram vendidos mais de 38,5 mil unidades do Kicks brasileiro. Se todos fossem enfileirados, seria possível ir do o Brasil ao Japão. E se os porta-malas dos 45.060 Kicks fabricados em Resende fossem preenchidos ao mesmo tempos, seria possível carregar 19.448.640 litros de bagagem.

 

Di Grassi, mas cada vez mais caro

Com o perdão do trocadilho infame, acho que o paulista Lucas Di Grassi merece mais atenção, principalmente de nós, brasileiros. Ele teve uma rápida passagem pela Fórmula 1 em 2010, mas disputa a Fórmula E desde a sua criação, em 2014. E neste domingo (10) ele “fez as pazes com a vitória” numa corrida perfeita em Zurique, na Suíça. Foi o quinto pódio seguido dele, que só não chega à última etapa (rodada dupla em Nova York) brigando pelo título porque teve um mau começo de temporada.

E não é só isso. Também neste ano, o piloto brasileiro está disputando sua primeira temporada completa da Stock Car, e inclusive já venceu uma prova em Londrina (PR).

E mais! (tá, agora já parece propaganda da Polishop)

Ele também é CEO da Roborace, empresa que está desenvolvendo o Robocar. E o projeto deste novo veículo autônomo é criar uma nova categoria no automobilismo mundial. Sim, de veículos autônomos!

Sem graça? Talvez, mas sem o risco à vida humana “poderemos, por exemplo, colocar dez carros correndo em sentidos opostos – cinco para cada lado – e a velocidades superiores a 400 km/h”, afirmou o próprio piloto.

Olho nele!

 

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